Design Thinking: suas fases e como ele pode te ajudar a construir o seu império!
Está buscando saber o que é Design Thinking e quais são suas fases? Então você está no lugar certo! Fique até o final desse post para saber tudo o que precisa sobre o tema!





O que é o Design Thinking e quais são suas fases?

Vale lembrar que o Design Thinking não é uma simples metodologia, ele deve ser considerado uma abordagem.

Mas, porque essa diferenciação?

Bom, quando falamos em método, imaginamos uma fórmula matemática que deve ser aplicada em todas as circunstâncias disponíveis.

Esse não é o caso.

O Design Thinking tem como objetivo encontrar uma solução para o problema de maneira colaborativa, com o máximo de empatia entre as pessoas interessadas.

A ideia é conseguir misturar a experiência de todos os envolvidos com o intuito de chegar a melhor solução de problemas e assim buscar as alternativas viáveis para cada caso.

Ou seja, não parte de uma técnica, um método, mas sim um levantamento da maior necessidade do seu consumidor, podendo ser utilizado em qualquer área de negócios.

No fim, o propósito é o mesmo – a satisfação do cliente, e isso só pode ser realmente alcançado se você conhecer todas as suas necessidades.

As fases do Design Thinking

– Identificar oportunidades para inovar:

Para que você comece a identificar oportunidade para inovar na sua empresa é muito importante que você conheça a sua equipe e todo o ambiente externo onde você está inserido.

Conhecer os pontos fortes e fragilidades da sua concorrência, assim como os seus pontos.

Outros pontos que precisam ser verificados são:

  • Análise SWOT;
  • Pesquisas de mercado;
  • Reuniões multidisciplinares;

Tudo isso poderá te conduzir para uma análise mais apurada.

– Descobrir quais oportunidades de inovação:

Ligada diretamente com a fase anterior, aqui você irá precisar fazer pesquisas qualitativas e trabalhar com soluções para que você consiga uma indicação não somente do setor, mas qual é de fato a grande oportunidade que o mercado está proporcionando para o seu negócio.

– Desenvolva a oportunidade escolhida:

A partir dessa etapa o Design Thinking começa a ter uma forma. Aqui você irá desenvolver o seu projeto a partir das percepções e necessidades do seu cliente.

– Teste as suas ideias com os protótipos:

Toda empresa que não deseja cometer erros opta por utilizar os protótipos antes de realmente lançar o seu produto original.

Um protótipo é uma versão bem simples do seu produto original. Ele é utilizado em períodos de testes para conseguir verificar, sem nenhum grande prejuízo se a sua necessidade irá chegar aos objetivos desejados.

– Implante a sua solução:

Após testes com respostas positivas acerca de seu produto, ele já está pronto para ser lançado “aos leões”. É importante entender que o processo de desenvolvimento do produto é contínuo e incremental, ou seja, sua ideia será melhorada permanentemente através um processo de copartipação entre todos os seus stakeholders (clientes, fornecedores, colaboradores internos, etc.).

 

Como aplicar as práticas na minha empresa?

O design, em suas concepções primárias, era focado muito mais na arte do que na razão pelo qual havia sido criado. Ocorre que, muitas vezes, o desenho não solucionava o problema do produto. Pior do que isso, às vezes, nem o produto solucionava o problema do cliente.

O design thinking entra nesse vácuo de eficiência para enxergar novos caminhos através da perspectiva do consumidor final.

Exemplos práticos de como usar essa perspectiva nas diversas áreas e tarefas de sua empresa:

Equipe de vendas: os times comerciais podem utilizar técnicas dessa abordagem para desenvolver uma capacidade superior de enxergarem “com os olhos dos clientes” e, por meio disso, criarem estratégias mais poderosas de persuasão;

Núcleo estratégico: a análise preditiva consiste em encontrar padrões no passado que possam ser repetidos no futuro. Ao invés de buscar o retrovisor para definir o caminho a ser seguido, o design thinking pode auxiliar os gestores a encontrarem soluções totalmente inovadoras, sem voltar os olhos para o passado, mas para as expectativas e desejos atuais do consumidor final;

Brainstorm: etapas de interrogatório, ideação e prototipação podem auxiliar no processo criativo.

Design Thinking é só para os gigantes do mercado, com núcleos publicitários de grande estrutura?

Não! Tem sido cada vez mais comum observar pequenas e médias empresas utilizando essa perspectiva colaborativa, prática e multidisciplinar na transposição dos desafios de seu negócio.

 

8 PRÁTICAS POSSÍVEIS COM O DESIGN THINKING

Com o Design Thinking sempre é possível encontrar respostas, mas com perguntas certas. E não é uma única resposta, mas várias que podem lhe ajudar a encontrar a solução mais adequada ao problema apresentado.

Diferente do que estamos acostumados, essa abordagem não nos estimula a gerar respostas de maneira desenfreada.

Ela nos estimula a fazer as melhores perguntas, entender bem o problema antes de pensar como poderíamos resolvê-lo. Confira 8 práticas possíveis com o Design Thinking.

1) Exercitar a empatia com todos os envolvidos.

Fazendo as perguntas certas, conseguimos entender quais são os envolvidos no problema, com esse entendimento temos que trazer o primeiro pilar à tona – a empatia.

A empatia deve ser exercitada em toda interação para que, a equipe que estiver resolvendo o problema, absorva um repertório diferente e possa projetar com mais relevância.

É uma prática, uma técnica, um esforço no dia a dia pra conseguir exercitar esse olhar empático para com clientes, colegas, parceiros.

Há 4 pontos básicos para se conectar com as pessoas de forma empática em Design Thinking: Olhar pela perspectiva do outro; não julgar as percepções e comportamentos das pessoas; reconhecer emoções nas interações e contatos; comunicar o que você viveu.

2) Entender que as pessoas estão no centro de tudo.

Os problemas são sobre as pessoas, elas estão e devem estar no centro das soluções.

Dessa forma é possível absorver e entender quais são os valores, dores, dificuldades, e o que pode ser melhorado para gerar as melhores soluções, com potencial inovador e valor percebido.

3) Envolver pessoas diferentes no processo, com diferentes histórias, percepções e pontos de vista.

A multidisciplinaridade e os diferentes pontos de vista ajudam na construção de repertório e enriquecimento de informações sobre o problema e potenciais soluções a serem geradas. Juntar pessoas é uma forma muito rica de absorver novas perspectivas para o projeto estimulando a colaboração.

4) Entender o problema é tão (ou mais) importante quanto chegar a uma solução.

O entendimento do problema exige uma dedicação muito grande, com atenção e energias canalizadas para isso.

A equipe que está designada para solucionar o problema deve entendê-lo muito bem, por todos os pontos de vista, hipóteses, causas e pessoas envolvidas. É por meio desse entendimento que as melhores soluções aparecem.

5) Pensar não só com a cabeça

O processo deve ser vivenciado e experienciado em todos os sentidos. Pense também com a sensações, elementos visuais e evidências criadas ao longo do processo.

É preciso levantar da mesa, ir a campo, observar as pessoas em contexto, vivenciando o problema, construir evidências em conjunto. Realizar sessões de trabalho com várias pessoas e atividades de entendimento, geração de ideias, construção de protótipos e evidências, praticando a experimentação.

Essas construções criam novas conexões, validações e informações que ajudam a clarear, acelerar o caminho e chegar em soluções mais relevantes.

6) Usar as ferramentas como meio e não como fim.

Ferramentas são como fórmulas, que devem ser aplicadas para se chegar a algum resultado.

Existem muitas, mas, mais importante que aplicar a ferramenta, é entender qual a intenção da sua aplicação.

Com esse entendimento, pode-se criar e conceber novas ferramentas ou novas formas de olhar para o desafio e chegar a novos resultados.

7) Errar é descobrir como não se deve fazer.

O erro é visto como parte do processo. Por estar no processo é quase um atalho para se chegar na solução mais relevante.

Ele elimina uma possibilidade que, se fosse implementada, não teria o peso ou a relevância da solução que está por vir.

8) Regrinhas para um bom Brainstorming.

Algumas premissas essenciais para realizar um brainstorming, uma tempestade de ideias, no processo do Design Thinking são:

Não julgue as ideias;

Estimule ideias radicais;

Seja visual;

Desenhe suas ideias;

Uma conversa por vez;

Construa sobre as ideias dos outros;

Mantenha o foco;

Preze por quantidade;

Divirta-se!




Veja alguns de nossos projetos


Faça agora um orçamento rápido conosco, o sucesso do seu negócio não pode esperar.

Voltar ao Topo

18 pessoas online no site agora
Venha fazer parte do Clube Esquilo Marketing